Preciso esquecer,
Preciso esquecer-te,
Doce loucura,
Paixão passada, loucura corrente.
Preciso deixar-te ir
E assim voltar à dormência dos meus dias
Sem vida, sem dor, sem nada.
Vive, voa, ignora-me
Deixa-me sarar a ferida
26/11/2009
"But it's made of all the things i have to take...
Jesus it never ends, it works it's way inside"
in Duality by Slipknot
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Uncertanty
Who am i
Who are you
Who are we
Who are they
Who are them...
What is everything and everyone seems as fuzzy images on smoke
Uncertain about this world
I advance trough,
Step by step
Unaware of what might be hidding in the shadows
26/11/2009
Who are you
Who are we
Who are they
Who are them...
What is everything and everyone seems as fuzzy images on smoke
Uncertain about this world
I advance trough,
Step by step
Unaware of what might be hidding in the shadows
26/11/2009
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Sometimes
Sometimes I just dont know
Sometimes I just want to kill the world
Sometimes I just want do hide.
Sometimes I just want to die.
But that is just sometimes.
Moments that pass by.
Moments that now are gone.
Moments that are going to come.
So sometimes I just dont Know
What I'm going to do
When I see you,
When I'm near you.
When I miss you
Thats when I want to kill the world
Unleash my hate towards everything
Leting my fury go, blaming everything
For me to miss you.
And then I just want to hide
Because I'm going mad
And I dont want You to see me
like an angel fallen from sky.
And then I just want to die.
Alone and forgeted,
In a place just mine.
05/07/2008
Sometimes I just want to kill the world
Sometimes I just want do hide.
Sometimes I just want to die.
But that is just sometimes.
Moments that pass by.
Moments that now are gone.
Moments that are going to come.
So sometimes I just dont Know
What I'm going to do
When I see you,
When I'm near you.
When I miss you
Thats when I want to kill the world
Unleash my hate towards everything
Leting my fury go, blaming everything
For me to miss you.
And then I just want to hide
Because I'm going mad
And I dont want You to see me
like an angel fallen from sky.
And then I just want to die.
Alone and forgeted,
In a place just mine.
05/07/2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Sem ti...
Olho profusamente para ti,
Sem saber o que dizer,
Sem saber o que fazer,
Sem saber o que sentir.
Que quebra tao dolorosa me causaste,
Mas no entanto a chaga não e assim tao profunda.
Porque esta falta de dor,
Porque esta falta de tristeza.
Possivelmente ja sentia o que se adivinhava,
Que a dor nao se tornou imensa...
No entanto sinto a tua falta,
Desejo de estar contigo e não poder.
A partir de agora os dias serao diferentes,
Solitários e monótonos,
Sem ti...
Sem saber o que dizer,
Sem saber o que fazer,
Sem saber o que sentir.
Que quebra tao dolorosa me causaste,
Mas no entanto a chaga não e assim tao profunda.
Porque esta falta de dor,
Porque esta falta de tristeza.
Possivelmente ja sentia o que se adivinhava,
Que a dor nao se tornou imensa...
No entanto sinto a tua falta,
Desejo de estar contigo e não poder.
A partir de agora os dias serao diferentes,
Solitários e monótonos,
Sem ti...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Sentas-te á minha frente, sentas-te ao meu lado, sentas-te ao pé de mim...
Olhas para mim,
Eu olho para ti
E depois fingimos que não olhamos
Um para o outro.
Este é o nosso jogo silencioso
Que praticamos sempre nos encontramos
Sentas-te ao meu lado, sentas-te á minha frente
Sentas-te perto de mim...
Partilhamos este tudo/nada
Durante esta viagem em que ficamos perto um do outro
E no fim fingimos que não é nada.
Quando um de nós se vai embora
Fica só um lugar vazio
E calmamente esperamos pela próxima pessoa
Que ocupe esse lugar vago,
Para que possamos recomessar o jogo
Não somos assim tão diferentes,
Mas no entanto não somos iguais.
Se calhar nunca mais nos veremos
E isso ainda nos torna ainda mais especiais
Sentas-te á minha frente, sentas-te ao meu lado,
Sentas-te ao pé de mim.
Finges que não me olhas e eu faço o mesmo
E pessoa após pessoa fazemos este jogo silencioso,
como se fosse um regra pré-establecida
Só por te sentares à minha frente, ao meu lado
Só por te sentares perto de mim.
30/01/08
Eu olho para ti
E depois fingimos que não olhamos
Um para o outro.
Este é o nosso jogo silencioso
Que praticamos sempre nos encontramos
Sentas-te ao meu lado, sentas-te á minha frente
Sentas-te perto de mim...
Partilhamos este tudo/nada
Durante esta viagem em que ficamos perto um do outro
E no fim fingimos que não é nada.
Quando um de nós se vai embora
Fica só um lugar vazio
E calmamente esperamos pela próxima pessoa
Que ocupe esse lugar vago,
Para que possamos recomessar o jogo
Não somos assim tão diferentes,
Mas no entanto não somos iguais.
Se calhar nunca mais nos veremos
E isso ainda nos torna ainda mais especiais
Sentas-te á minha frente, sentas-te ao meu lado,
Sentas-te ao pé de mim.
Finges que não me olhas e eu faço o mesmo
E pessoa após pessoa fazemos este jogo silencioso,
como se fosse um regra pré-establecida
Só por te sentares à minha frente, ao meu lado
Só por te sentares perto de mim.
30/01/08
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Semi
Sentado neste banco entro num estado de semi-dormência
Que me leva a viajar através deste dia já semi-consumido.
A maneira que estava semi-confortável na cama.
A semi-discussão que tive em casa.
O pequeno-almoço semi-tomado que não acabei.
A semi-despedida que deixei para quem quis.
A semi-conversa que tive com o vizinho.
Relembro estes episódios, ligo-os a outros mais longínquos
E descubro que até agora não vivido mais que uma semi-vida,
Nunca vivida amorfamente,
Mas também nunca completamente vivida.
É agora nesta manhã com o sol semi-descoberto
Que faço esta semi-descoberta
E no entanto,
Não lhe descubro nenhuma importância vital.
06/11/07
Que me leva a viajar através deste dia já semi-consumido.
A maneira que estava semi-confortável na cama.
A semi-discussão que tive em casa.
O pequeno-almoço semi-tomado que não acabei.
A semi-despedida que deixei para quem quis.
A semi-conversa que tive com o vizinho.
Relembro estes episódios, ligo-os a outros mais longínquos
E descubro que até agora não vivido mais que uma semi-vida,
Nunca vivida amorfamente,
Mas também nunca completamente vivida.
É agora nesta manhã com o sol semi-descoberto
Que faço esta semi-descoberta
E no entanto,
Não lhe descubro nenhuma importância vital.
06/11/07
terça-feira, 18 de setembro de 2007
E se...
E se eu fosse uma arma
Encravaria no momento do disparo
Recusando-me a tirar uma vida inocente
Para ser uma arma de paz no Mundo
E se eu fosse um santo
Pregaria a paz e o amor
Espalharia conforto por todos
Seria uma fonte de paz no Mundo
E se eu fosse presidente
Abolia a guerra, o crime
E todas as formas de dor
Tentaria alcansar a paz no Mundo
E se houvesse paz no Mundo
Ficaria sem sem emprego
Mas nao me preocuparia
Porque havia paz no Mundo
18/09/07
Encravaria no momento do disparo
Recusando-me a tirar uma vida inocente
Para ser uma arma de paz no Mundo
E se eu fosse um santo
Pregaria a paz e o amor
Espalharia conforto por todos
Seria uma fonte de paz no Mundo
E se eu fosse presidente
Abolia a guerra, o crime
E todas as formas de dor
Tentaria alcansar a paz no Mundo
E se houvesse paz no Mundo
Ficaria sem sem emprego
Mas nao me preocuparia
Porque havia paz no Mundo
18/09/07
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
*Sem Nome*
Revelo pensamentos, ideias e sentimentos,
Tudo coisas momentâneas,
Que se atravessam na minha cabeça
Sem sentido, Sem nexo...
Tento seguir uma ou outra
Sem sucesso... Ou quando consigo
Tudo toma um rumo tão estranho
Que mais vale a pena a libertar
Sobra, então, a minha mente vazia,
Completamente à deriva
No meio dum espaço obescuro
Que me afoga na sua imensidão
6/9/07
Tudo coisas momentâneas,
Que se atravessam na minha cabeça
Sem sentido, Sem nexo...
Tento seguir uma ou outra
Sem sucesso... Ou quando consigo
Tudo toma um rumo tão estranho
Que mais vale a pena a libertar
Sobra, então, a minha mente vazia,
Completamente à deriva
No meio dum espaço obescuro
Que me afoga na sua imensidão
6/9/07
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Who am I ???
My name is blood
My name is water
My name is nothing
My name is everything
My name is love
My name is hate
My name is peace
My name is war
I am everything
And I am nothing
Who am I ???
My name is water
My name is nothing
My name is everything
My name is love
My name is hate
My name is peace
My name is war
I am everything
And I am nothing
Who am I ???
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Mil desculpas
Tenho notado que algumas pessoas tem visitado este blog durante este meu (já) extenso periodo de inactividade. Desde ja a elas mil peço as minhas desculpas.
A razão disto é simples: tou num periodo algo complicado e trabalhoso da minha vida academica, o que leva a que não tenha tempo (nem paciência) para escrever ou actualizar o blog...
Mal possa retomo as minhas actividades literairas, o que com alguma calma acontecerá lá para o fim do mês de Julho...
A razão disto é simples: tou num periodo algo complicado e trabalhoso da minha vida academica, o que leva a que não tenha tempo (nem paciência) para escrever ou actualizar o blog...
Mal possa retomo as minhas actividades literairas, o que com alguma calma acontecerá lá para o fim do mês de Julho...
sábado, 9 de junho de 2007
Alguém....
Preciso de algo mais.
Mentira preciso de alguem,
alguém que me preencha,
alguém que me compreenda
alguém que me sustenha,
alguém, mas há ninguém.......
Não sei o que fazer,
tou farto de andar pelos cantos,
olhar para todas as portas, todas janelas,
há espera que miraculosamente apareça alguém
e saber que procuro em vão
O meu desespero é tão grande
que já o confunfo com loucura
simples e plena loucura...
Alguem que me compreenda verdadeiramente
será que é pedir assim tanto ??...
(Como é tão profundo e triste o canto dos cisnes ...)
26/7/2006
Mentira preciso de alguem,
alguém que me preencha,
alguém que me compreenda
alguém que me sustenha,
alguém, mas há ninguém.......
Não sei o que fazer,
tou farto de andar pelos cantos,
olhar para todas as portas, todas janelas,
há espera que miraculosamente apareça alguém
e saber que procuro em vão
O meu desespero é tão grande
que já o confunfo com loucura
simples e plena loucura...
Alguem que me compreenda verdadeiramente
será que é pedir assim tanto ??...
(Como é tão profundo e triste o canto dos cisnes ...)
26/7/2006
*Sem Nome*
"Calmas meu,
não podes ser sempre assim
a revolta nem sempre é o caminho
depende de como a fazes..."
Palavras para mim próprio,
porque por vezes preciso daquele apoio
e não posso contar com ninguem
para alem de mim.
Respiro profundadmente,
penso no que vou fazer
e tento que a lucidez me invada
para tomar uma decisão consciente...
4/6/2005
não podes ser sempre assim
a revolta nem sempre é o caminho
depende de como a fazes..."
Palavras para mim próprio,
porque por vezes preciso daquele apoio
e não posso contar com ninguem
para alem de mim.
Respiro profundadmente,
penso no que vou fazer
e tento que a lucidez me invada
para tomar uma decisão consciente...
4/6/2005
domingo, 3 de junho de 2007
Vi-te, olhei-te e chorei...
Vi-te, olhei-te e chorei...
Olhei outra vez e mesmo assim ainda não consigo acreditar
Não é possivel que já estejas no chão
Em pedaços de mais para te lembrar
Debaixo dos teus escombros escondem-se pedaços de vidas,
resto de lembrancas das quais eras a prova viva
Mas agora estao sob ti
e nem consigo acreditar...
Sobre os teus destroços eu choro
Ainda sem acreditar no que te aconteceu
De ti restam-me escombros, memórias
e um buraco que no meu peito apareceu.
(Este é um hino póstumo à minha antiga escola secundária que foi recentemente demolida para dar lugar às suas novas instalações. Eu na altura em que a vi ainda não sabia que tinha ido a baixo e senti que arrancavam o coração do peito. Agora resta apenas a minha dor e monte de escombros. Para mim serás sempre a velhinha escola a cair de podre onde eu cresci, aprendi e sempre amei. E.S. Romeu Correia 4 ever)
Olhei outra vez e mesmo assim ainda não consigo acreditar
Não é possivel que já estejas no chão
Em pedaços de mais para te lembrar
Debaixo dos teus escombros escondem-se pedaços de vidas,
resto de lembrancas das quais eras a prova viva
Mas agora estao sob ti
e nem consigo acreditar...
Sobre os teus destroços eu choro
Ainda sem acreditar no que te aconteceu
De ti restam-me escombros, memórias
e um buraco que no meu peito apareceu.
(Este é um hino póstumo à minha antiga escola secundária que foi recentemente demolida para dar lugar às suas novas instalações. Eu na altura em que a vi ainda não sabia que tinha ido a baixo e senti que arrancavam o coração do peito. Agora resta apenas a minha dor e monte de escombros. Para mim serás sempre a velhinha escola a cair de podre onde eu cresci, aprendi e sempre amei. E.S. Romeu Correia 4 ever)
sábado, 2 de junho de 2007
Dedicado à Elsa
Tu já sabes como eu falo,
penso, digo e por vezes calo.
Mas o falar não é o mais importante,
o que intressa mesmo é a presença
Nesta incrivelmente estranha e longa estrada.
Por isso caminhemos então
seja ele que caminho for
Nesta longa estrada até ao nosso destino
Seja ele qual for
glória ou até perdição
O que intressa é mesmo a maneira como o percorremos
e com quem o fazemos....
(Este é dedicado à Elsa, porque já lho tinha prometido. Um abraço para ela)
penso, digo e por vezes calo.
Mas o falar não é o mais importante,
o que intressa mesmo é a presença
Nesta incrivelmente estranha e longa estrada.
Por isso caminhemos então
seja ele que caminho for
Nesta longa estrada até ao nosso destino
Seja ele qual for
glória ou até perdição
O que intressa é mesmo a maneira como o percorremos
e com quem o fazemos....
(Este é dedicado à Elsa, porque já lho tinha prometido. Um abraço para ela)
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Parabéns Martim
Era uma vez um puto
Nunca vi puto assim.
Era um puto rebelde e traquinas
E o seu nome é Martim
Este puto nunca parava
Parecia que tinha energia sem fim
E assim ia alegremente vivendo
O meu puto Martim
Mas um belo dia
Apareceu muita gente num alegre chinfrim
O meu puto fazia um ano
E toda a gente dizia:"Parabéns Martim!!!..."
E assim ia o Martim
Numa folia sem fim
Nunca antes se viu puto assim
Tao alegre como Meu Martim.
28/5/2007
Nunca vi puto assim.
Era um puto rebelde e traquinas
E o seu nome é Martim
Este puto nunca parava
Parecia que tinha energia sem fim
E assim ia alegremente vivendo
O meu puto Martim
Mas um belo dia
Apareceu muita gente num alegre chinfrim
O meu puto fazia um ano
E toda a gente dizia:"Parabéns Martim!!!..."
E assim ia o Martim
Numa folia sem fim
Nunca antes se viu puto assim
Tao alegre como Meu Martim.
28/5/2007
Por vezes apetecia-me dizer-te tudo, mas não o faço
Por vezes apetecia-me dizer-te tudo o que vai na minha alma.
Na verdade dizer não chega
Apetecia-me mesmo era gritar ate a voz me doer,
Fazer uma declaração na imprensa,
Seguida de um grafiti na parede mais vista e um passar um cartaz no ceu.
Apetecia-me isso tudo,
Dizer-te aquilo que verdadeiramente penso.
Apetecia-me, mas nao o faço
Por mera cortesia ou respeito
Ou simplesmente por falta de coragem.
Mas sempre que te vejo,
Sempre que te olho,
Apetecia-me dizer-te tudo,
Mas nao o faço....
21/10/06
Na verdade dizer não chega
Apetecia-me mesmo era gritar ate a voz me doer,
Fazer uma declaração na imprensa,
Seguida de um grafiti na parede mais vista e um passar um cartaz no ceu.
Apetecia-me isso tudo,
Dizer-te aquilo que verdadeiramente penso.
Apetecia-me, mas nao o faço
Por mera cortesia ou respeito
Ou simplesmente por falta de coragem.
Mas sempre que te vejo,
Sempre que te olho,
Apetecia-me dizer-te tudo,
Mas nao o faço....
21/10/06
Escrevo estas palavras...
Escrevo palavras, sem saber o que estou a escrever
Porque por vezes as palavras são desnecessarias
Mas no entanto escrevo-as.
Porque as palavras sao a maneira de me exprimir
Por isso escrevo estas palavras
Sem saber como as escrevo
Escrevo-as sem sentir
Escrevo-as, não saem-me
Sem ter hipótese de as pensar ou reflectir
Porque o que importa é eu as escrever....
1/9/06
Porque por vezes as palavras são desnecessarias
Mas no entanto escrevo-as.
Porque as palavras sao a maneira de me exprimir
Por isso escrevo estas palavras
Sem saber como as escrevo
Escrevo-as sem sentir
Escrevo-as, não saem-me
Sem ter hipótese de as pensar ou reflectir
Porque o que importa é eu as escrever....
1/9/06
Nostalgia
Hoje tudo me parece diferente. Provalvemente estou a ser nostálgico, já que este é o meu último dia como CECL1105B (ou CECPL1105B, acho que ninguém sabe ao certo) e tudo me sabe de sabe de maneira diferente. Desde o cão a ladrar la na rua atá ao Destak diário. Tudo me parece mais agradavel e colorido. Mas será mesmo assim?
Hoje vai acabar o elo que tinha com mais nao sei quantas pessoas , para alem dos 17 com quem tenho convivido, dia após dia, durante 9 longos meses, alguns desde as 7 da manha ate as 5:30 da tarde non-stop.
Desta vez o meu cumprimento especial vai pó pessoal do ex-CECL1105B:
André Alves
André Muleta
Carlos Fernandes
Claudino Francisco
David Santana
Felipe Ferreira
Hugo Sá
João Salvador
Jorge Rodrigues
Magda Ascensão
Marco Gomes
Paulo Lopes
Pedro Grou
Pedro Silva
Rui Raposo
Tiago Araujo
Valter Lopes
Um abraco também para:
José Lomba
Ricardo Cesário
Angela Pinto
Paula Machado
(Já agora) Sr. Machado
E pás mulheres da cantina 8]
7/7/06
Hoje vai acabar o elo que tinha com mais nao sei quantas pessoas , para alem dos 17 com quem tenho convivido, dia após dia, durante 9 longos meses, alguns desde as 7 da manha ate as 5:30 da tarde non-stop.
Desta vez o meu cumprimento especial vai pó pessoal do ex-CECL1105B:
André Alves
André Muleta
Carlos Fernandes
Claudino Francisco
David Santana
Felipe Ferreira
Hugo Sá
João Salvador
Jorge Rodrigues
Magda Ascensão
Marco Gomes
Paulo Lopes
Pedro Grou
Pedro Silva
Rui Raposo
Tiago Araujo
Valter Lopes
Um abraco também para:
José Lomba
Ricardo Cesário
Angela Pinto
Paula Machado
(Já agora) Sr. Machado
E pás mulheres da cantina 8]
7/7/06
Resovi pensar um pouco...
Resolvi pensar um pouco
Sobre a vida e sobre a morte
Porque enquanto mantiver este pensamento
Nao tenho de me preocupar com a minha sorte
Penso mais um bocado
E chego a pensar sobre a minha vida
Penso, penso e no fim não gosto do que penso
Então penso:" Que merda de pensamento..."
26/5/06
Sobre a vida e sobre a morte
Porque enquanto mantiver este pensamento
Nao tenho de me preocupar com a minha sorte
Penso mais um bocado
E chego a pensar sobre a minha vida
Penso, penso e no fim não gosto do que penso
Então penso:" Que merda de pensamento..."
26/5/06
*Sem Nome*
Uma vez mais
Sinto a locura tomar posse de mim
Não quero voltar a sentir assim
Porque a ultima vez já foi demais
A minha demência
Talvez necessária para eu sobreviver,
Está a arruinar-me aos poucos.
Sintou-me cada vez mais em decadência
Odeio-me pois então
Por não me consiguir controlar
Por não conseguir controlar esta paixão
Paixão que me esta a matar...
13/5/06
Sinto a locura tomar posse de mim
Não quero voltar a sentir assim
Porque a ultima vez já foi demais
A minha demência
Talvez necessária para eu sobreviver,
Está a arruinar-me aos poucos.
Sintou-me cada vez mais em decadência
Odeio-me pois então
Por não me consiguir controlar
Por não conseguir controlar esta paixão
Paixão que me esta a matar...
13/5/06
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